As memórias obscuras abrem-se nas asas de uma borboleta
A flora mente e desvanece
A luz violeta do poente demora
O meu corpo parece que cresce.
Os quadrados de números imaginados
Nada podem contra o Sol, contra as raivas e odores
De cenários Carnudos, sólidos e entranhados
Nas águas de um parecer, de germes
de margens ténues, mármore e cores.
Sem comentários:
Enviar um comentário